quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Projeto de hip hop encerra atividades de 2011 com grande festa no Centro Cultural Oscar Niemeyer
O Projeto Urbanus BF, que abriga vários grupos de hip hop da Baixada Fluminense, com sede em Duque de Caxias, vai transformar o Centro Cultural Oscar Niemeyer em um grande espaço de cultura popular no próximo dia 25/11 (sexta-feira), marcando o encerramento de suas atividades deste ano. Toda a agitação, que terá início às 19h, será comandada pelos DJs Diego Tecnhykko e Paulo PH, fundadores do projeto. A apresentação do “Cypher na Rua” terá como convidados P,10 e os seis grupos de Caxias vinculados ao projeto: Funny Flavo, Z1Bboy, Z1Bboys Kids, Elementos, The Best e Gueto Crill.
Duque de Caxias, segundo Diego, é considerada a capital do Hip Hop no Estado e onde prolifera o maior número de grupos, sendo assim o principal centro do movimento na Baixada Fluminense.
O Projeto “Cypher na Rua” foi criado em abril do ano passado pelo Grupo Urbanos, que tem mais de 15 anos de experiência com o movimento Hip Hop. “Quebramos uma barreira no início do ano, quando a Secretaria de Cultura de Duque de Caxias abraçou nossas iniciativas, em especial o evento 2º Caxias King, na qual tivemos a honra de contar com a presença do prefeito Zito e do secretário Gutemberg Cardoso”, lembrou Diego. “Nosso projeto faz também sua contribuição social, desenvolvendo atividades artísticas e culturais com a finalidade de transformar jovens sem perspectiva de trabalho, bem como de geração de renda capacitando esses jovens para ocuparem o mercado da dança urbana”, diz Diego, orgulhoso.
São Carlos realiza o 5º Sanca Hip-Hop
Neste final de semana, dias 25, 26 e 27, São Carlos realiza a 5ª edição do Sanca Hip-Hop no Complexo Esportivo do Santa Felícia. O evento tem como finalidade valorizar a cultura hip-hop na cidade e terá como participação especial o grupo Pentágono, pela primeira vez em São Carlos.
A 5ª edição do Sanca Hip-Hop fará parte das comemorações do mês da Consciência Negra, afim de que essa cultura seja representada em toda sua diversidade, considerando a importância deste movimento para a sociedade.
As apresentações terão início na sexta-feira (25), às 19h, na Praça Coronel Salles com a 1ª Batalha Temática de MC’s Sanca Hip-Hop e um show com o MC Peqnoh, de Piracicaba-SP.
No sábado (26) as atividades terão início às 14h na Casa de Cultura Afro-brasileira Odette do Santos (localizada na Rua Alexandrina, nº X) com uma oficina de Beat Maker com DJ Samu de Londrina-PR.
Já o domingo será um dia repleto de atividades na Pista de Skate do Santa Felícia. Logo às 9h será realizada uma oficina de grafite com o MC Does de São Paulo e serão disponibilizadas 30 vagas. Já às 10h será realizado um workshop de Break com B. Boy Kokada e B. Boy Fernandinho Footwork e estarão disponíveis 60 vagas para quem quiser participar.
Haverá também, às 10h, a esperada Batalha de Break e em seguida as apresentações musicais com os grupos: D’ Quebrada (SP), Flow MC (SP), Dragões de Komodo (SP), Arnando Tifú (Santo André), Sub Loco Coletividade (São Carlos), Senso Crítico (São Carlos), Teddy Paçoca (São Carlos) e Fusão de Raciocínio (São Carlos).
Para encerrar a 5ª edição do Sanca Hip-Hop haverá a apresentação do grupo Pentágono, às 20h30, no Complexo Esportivo do Santa Felícia.
A 5ª edição do Sanca Hip-Hop fará parte das comemorações do mês da Consciência Negra, afim de que essa cultura seja representada em toda sua diversidade, considerando a importância deste movimento para a sociedade.
As apresentações terão início na sexta-feira (25), às 19h, na Praça Coronel Salles com a 1ª Batalha Temática de MC’s Sanca Hip-Hop e um show com o MC Peqnoh, de Piracicaba-SP.
No sábado (26) as atividades terão início às 14h na Casa de Cultura Afro-brasileira Odette do Santos (localizada na Rua Alexandrina, nº X) com uma oficina de Beat Maker com DJ Samu de Londrina-PR.
Já o domingo será um dia repleto de atividades na Pista de Skate do Santa Felícia. Logo às 9h será realizada uma oficina de grafite com o MC Does de São Paulo e serão disponibilizadas 30 vagas. Já às 10h será realizado um workshop de Break com B. Boy Kokada e B. Boy Fernandinho Footwork e estarão disponíveis 60 vagas para quem quiser participar.
Haverá também, às 10h, a esperada Batalha de Break e em seguida as apresentações musicais com os grupos: D’ Quebrada (SP), Flow MC (SP), Dragões de Komodo (SP), Arnando Tifú (Santo André), Sub Loco Coletividade (São Carlos), Senso Crítico (São Carlos), Teddy Paçoca (São Carlos) e Fusão de Raciocínio (São Carlos).
Para encerrar a 5ª edição do Sanca Hip-Hop haverá a apresentação do grupo Pentágono, às 20h30, no Complexo Esportivo do Santa Felícia.
Hip Hop na Prevenção ao uso de Drogas
A iniciativa tinha por objetivo a disseminação da arte e a conscientização ao não uso de drogas
Na semana de 07 a 11 de novembro, o município de Guaraí realizou a Campanha “Eu quero uma vida saudável todos os dias”, uma iniciativa da prefeitura municipal com apoio da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, por meio da Superintendência de Ações sobre Drogas.
Durante toda a semana um grupo representante da cultura Hip Hop de Palmas levou seu projeto de combate ao uso de drogas, realizou debate sobre alcoolismo, palestras, oficinas de dança e grafite a aproximadamente 150 jovens do PETI e da ABB COMUNIDADE.
A iniciativa tinha por objetivo a disseminação da arte e a conscientização ao não uso de drogas.
Durante a cerimônia de encerramento, os alunos das oficinas puderam apresentar seus trabalhos, em uma grande festa que contou com a participação de diversos atores sociais. O ginásio de esportes municipal recebeu aproximadamente 800 pessoas.
De acordo com a Superintendente de Ações sobre Drogas da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, Magda Valadares, que esteve no evento, a importância se deu devido ao fato de proporcionarem aos jovens e adolescentes oportunidades de desenvolver talentos na arte e na dança como forma de prevenção ao uso de drogas. “A mensagem que se tentou construir nessa semana foi a de que é possível pertencer a um grupo e se expressar sem se envolver com drogas”, finalizou Magda.
Segundo Marcos Antônio Silva “MC Rock Jr”, a cultura Hip Hop em Palmas, tem se envolvido em ações de combate ao uso de drogas e tem dispensado uma atenção especial ao uso do álcool, que de acordo com ele, é a porta de entrada para o uso de outras drogas.
O Município que se interessar em firmar esta parceira e levar aos seus jovens e adolescentes oficinas com a equipe de Hip Hop, deve entrar em contato com a Superintendência de Ações sobre Drogas, pelo telefone 3218.6728.
Na semana de 07 a 11 de novembro, o município de Guaraí realizou a Campanha “Eu quero uma vida saudável todos os dias”, uma iniciativa da prefeitura municipal com apoio da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, por meio da Superintendência de Ações sobre Drogas.
Durante toda a semana um grupo representante da cultura Hip Hop de Palmas levou seu projeto de combate ao uso de drogas, realizou debate sobre alcoolismo, palestras, oficinas de dança e grafite a aproximadamente 150 jovens do PETI e da ABB COMUNIDADE.
A iniciativa tinha por objetivo a disseminação da arte e a conscientização ao não uso de drogas.
Durante a cerimônia de encerramento, os alunos das oficinas puderam apresentar seus trabalhos, em uma grande festa que contou com a participação de diversos atores sociais. O ginásio de esportes municipal recebeu aproximadamente 800 pessoas.
De acordo com a Superintendente de Ações sobre Drogas da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, Magda Valadares, que esteve no evento, a importância se deu devido ao fato de proporcionarem aos jovens e adolescentes oportunidades de desenvolver talentos na arte e na dança como forma de prevenção ao uso de drogas. “A mensagem que se tentou construir nessa semana foi a de que é possível pertencer a um grupo e se expressar sem se envolver com drogas”, finalizou Magda.
Segundo Marcos Antônio Silva “MC Rock Jr”, a cultura Hip Hop em Palmas, tem se envolvido em ações de combate ao uso de drogas e tem dispensado uma atenção especial ao uso do álcool, que de acordo com ele, é a porta de entrada para o uso de outras drogas.
O Município que se interessar em firmar esta parceira e levar aos seus jovens e adolescentes oficinas com a equipe de Hip Hop, deve entrar em contato com a Superintendência de Ações sobre Drogas, pelo telefone 3218.6728.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Hip hop na cabeça

Quem pensa que hip hop se resume a roupas estilosas e a passos descolados se engana. É muito mais do que isso. O movimento - que mistura quatro elementos: a arte dos DJs, MCs ou rappers, grafiteiros e b-boys e b-girls - já mudou a vida de muita gente e ainda faz a diferença nas comunidades.
Joyce Fernandes, 16 anos, de Diadema, que o diga. Depois que começou a fazer aulas de break na Casa do Hip Hop, no Centro Cultural Canhema, em Diadema, o tempo livre ficou mais agradável. Ao lado da amiga Carolina dos Santos, 16, aproveita as aula vagas na escola e os dias que o professor dispensa mais cedo para ensaiar os passos. "Já estou com o joelho todo zoado de tanto cair enquanto treino", explica Joyce.
A garota dança desde os 8 anos e chegou a fazer balé e capoeira, mas prefere a dança de rua por causa da liberdade para fazer os passos. "Balé é tudo muito certinho." Apesar de tímida, não tem vergonha de ensaiar quando está ao lado da melhor amiga. "Não vejo a hora de fazer os passos mais avançados e profissionais", conta Carolina, que já foi criticada pelos amigos por frequentar aulas de hip hop. "Eles dizem que é coisa de preto, mas nada disso importa. Participa quem tem vontade." E a b-girl está mais do que certa.
Quando o hip hop surgiu na periferia dos Estados Unidos, a maioria dos adeptos era negro e latino, por isso, a impressão de que brancos não podiam participar. No entanto, o movimento conquistou o mundo inteiro e não há restrições para quem quer fazer parte. O lema do hip hop é paz, união, amor e diversão, criado pelo DJ Afrika Bambaataa, considerado o padrinho da cultura. O artista fundou a Universal Zulu Nation, primeira organização que cuida dessa arte, em 12 de novembro de 1973 , no Bronx, em Nova York.
Tudo começou porque a violência no subúrbio era muito grande e afetava a juventude, que se dividia em gangues e brigava por território. A saída foi distrair a galera de outra forma. Uniram a música, dança, poesia e pintura que já existiam na periferia e, a partir de então, a batalha de gangues virou disputa artística. Foi assim que a cultura hip hop venceu as drogas e violência, e conquistou muita gente no mundo inteiro.
Movimento no Brasil - Na época em que os cabelos black power estavam na moda, os bailes no Chopapo e no Clube House, no Grande ABC, ajudaram o movimento a se fortalecer na região. Grupos de rap já agitavam o Paço Municipal de São Bernardo, em 1986. Em Santo André a moda era grafite. Até hoje, a Avenida Capitão Mario Toledo Camargo é uma das maiores artes grafitadas em muros. São cerca de 1.600 metros de extensão coloridos com sprays.
Mas o que deu o empurrãozinho mais importante para o movimento no País foi a implantação da Zulu Nation Brasil, em Diadema. Depois de comprar um disco de James Brown, King Nino Brown descobriu seu destino no hip hop. Em 1994, entrou em contato com a Universal Zulu Nation, de Nova York, e conseguiu fundar, em 2002, a sede nacional. A partir de então, a violência passou a ser combatida com arte nas comunidades nacionais. "Tudo começou a mudar com essa cultura", afirma o precursor do movimento.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
"Sou o maconheiro mais famoso do Brasil", diz Marcelo D2
"Vou apertar, mas não vou acender agora", dizem os versos de
"Malandragem Dá Um Tempo", de Bezerra da Silva, citada por Marcelo D2
durante seu show no SWU. Apesar de devoto, o público parecia não dar
ouvidos ao ídolo: espalhados pela frente do palco, a quantidade de fãs
acendendo baseados era enorme.
Não é de se espantar. D2 subiu ao palco fazendo um discurso louvando o
Planet Hemp, sua banda dos anos 90 que chegou a ser presa por apologia
ao uso de drogas. "Sou o maconheiro mais famoso do Brasil", falou em
algum momento do show o cantor, que desde o começo de sua carreira apoia
a descriminalização da maconha.
Curioso, porém, que justamente as músicas de sua antiga banda tenham
sido as menos celebradas pelo público. Não é que ninguém curtisse, mas
quando D2 enfileirou a dobradinha "Queimando Tudo" e "Mantenha o
Respeito" a quantidade de pessoas cantando as letras era bem menor. A
empolgação também diminuiu, quebrando o ritmo de um show até então
empolgante. Por mais que tenha ganhado notoriedade com o Planet, D2 hoje
parece falar com um público mais afeito à camisa polo.
A apresentação começou em alta rotação, com "Vai Vendo" e "A Maldição
do Samba", ambos do segundo disco solo do músico, "À Procura da Batida
Perfeita". O público cantava cada verso como se fosse um mantra. Antes
de "A Arte do Barulho", D2 fez a plateia lotada repetir o gesto mais
básico de um show de hip-hop, as mãos que balançam para cima e para
baixo. O mar de mãos coordenadas formava um momento único.
Aí, pouco antes de tocar as músicas do Planet Hemp, D2 abriu espaço
para um longo número de beat box - justamente quando citou Bezerra, a
quem homenageou com o disco "Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva". O
momento foi o primeiro balde de água fria no público, que aparentava não
ser muito afeito ao hip-hop. O medley teve até um momento farofa, com a
citação do riff e refrão de "Sunday Bloody Sunday".
Perto do fim, D2 começou a chamar diversas participações especiais ao
palco, de seu filho Stephan até o rapper Renato Venom. A melhor de
todas, porém, foi quando Emicida subiu ao palco, para fazer um improviso
durante "Qual É?", a derradeira música do show. Com sua competência
habitual, Emicida fez um freestyle que salvou o fim apático de um show
que se anunciava muito melhor no começo do que realmente foi.
Kanye West transforma hip hop em ópera e leva ao SWU sua bela e sombria fantasia
Duas horas de uma performance que levou o público neste primeiro dia de SWU aos mais profundos sonhos da mente egocêntrica de Kanye West.Transformando
hip hop em ópera, com direito a extenso corpo de bailarinas e
cenografia monumental, o rapper americano demonstrou que a terminologia
'rap' é muito simplista para determinar até onde ele pretende ir. Nem
mesmo o público presente ao festival talvez consiga chegar ao ponto em
que ele quer chegar. Talvez nem ele chegue. Talvez nem ele saiba.
Diante de pérolas como 'Lost in the world' e 'Runaway' e 'Heartless', Kanye ainda demonstrou sua capacidade de domínio de contexto, mesclando suas egotrips com hits como 'ET', de Katy Perry, e 'All falls down', de Lauryn Hill. Uma fantasia também sob controle de um performer que observa ao universo real de um pedestal, cercado não só por espectadores diante de uma viagem longa por sua fantasia sombria, mas por uma competência artística que impressiona e dá aval não só ao posto de um dos maiores nomes da música pop mundial. Kanye West é um dos maiores nomes da música. Seja lá o que isso quer dizer. Seja lá o que ele quer dizer. O desafio criado para decifrarmos seu ego é o grande golpe de West. Com o perdão do clichê, um golpe de mestre.
Diante de pérolas como 'Lost in the world' e 'Runaway' e 'Heartless', Kanye ainda demonstrou sua capacidade de domínio de contexto, mesclando suas egotrips com hits como 'ET', de Katy Perry, e 'All falls down', de Lauryn Hill. Uma fantasia também sob controle de um performer que observa ao universo real de um pedestal, cercado não só por espectadores diante de uma viagem longa por sua fantasia sombria, mas por uma competência artística que impressiona e dá aval não só ao posto de um dos maiores nomes da música pop mundial. Kanye West é um dos maiores nomes da música. Seja lá o que isso quer dizer. Seja lá o que ele quer dizer. O desafio criado para decifrarmos seu ego é o grande golpe de West. Com o perdão do clichê, um golpe de mestre.
Hip-hop e reggae dão o tom no 1º dia de SWU
Festival começou com show do rapper paulistano Emicida e ainda teve Marcelo D2 e Snoop Dog
Diário
Foi ao som do rap paulistano que o festival SWU começou,
ontem à tarde, em Paulínia. Emicida abriu o primeiro dia de shows (que
seguem até segunda-feira) sob um sol escaldante, cantando “Só Mais uma
Noite”, no Palco Consciência. Já no palco Energia, a abertura ficou com o
californiano Michael Franti, que, descalço como sempre, mandou
“Everyone Deserves Music” junto à sua mistura de soul e folk.
Marcelo D2 entrou às 18h, com plateia lotada, representando o rap carioca e levando uma ventania de respeito ao festival. “Tá ventando tanto que não escuto vocês. Cantem bem alto”, pediu. Hits como “À Procura da Batida Perfeita” e “Qual É?” fizeram parte do show – este último contou com participação de Emicida. O momento “legalize já” veio sem voltas: “Luto pela legalização da maconha e a liberdade de expressão”, falou.
Damian Marley, filho de Bob Marley, representou o reggae no evento – e com a namorada, a top Isabeli Fontana, na plateia. Em seguida, veio a primeira grande atração internacional da noite, o rapper Snoop Dogg, que chegou cheio de pose e muitos hits, como “P.I.M.P”, levantando a galera. A noite ainda teria Kanye West e, por fim, Black Eyed Peas.

Marcelo D2 entrou às 18h, com plateia lotada, representando o rap carioca e levando uma ventania de respeito ao festival. “Tá ventando tanto que não escuto vocês. Cantem bem alto”, pediu. Hits como “À Procura da Batida Perfeita” e “Qual É?” fizeram parte do show – este último contou com participação de Emicida. O momento “legalize já” veio sem voltas: “Luto pela legalização da maconha e a liberdade de expressão”, falou.
Damian Marley, filho de Bob Marley, representou o reggae no evento – e com a namorada, a top Isabeli Fontana, na plateia. Em seguida, veio a primeira grande atração internacional da noite, o rapper Snoop Dogg, que chegou cheio de pose e muitos hits, como “P.I.M.P”, levantando a galera. A noite ainda teria Kanye West e, por fim, Black Eyed Peas.
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